Saúde Sexual em Foco · Módulo 3

Qual caminho priorizar?

Analise quatro cenários e decida se a prioridade inicial é a ação imediata ou a investigação etiológica.

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Em cada cenário, escolha a prioridade inicial. Após ler o feedback, avance; você pode voltar e revisar suas decisões.

Cenário 1 de 4
Cenário 1
Pessoa com dor pélvica aguda em avaliação de enfermagem, sem exposição de identidade.
A imagem contextualiza urgência e risco de complicação; não substitui anamnese, exame clínico nem protocolo.

DIP aguda com risco de sequela

A avaliação indica quadro agudo com risco de complicação e sequela.

Cenário 2
Consulta de enfermagem com recurso visual sobre possíveis sítios de coleta para rastreamento.
Ausência de sintomas não exclui infecção; exposição, população e protocolo orientam rastreamento e sítios de coleta.

Pessoa assintomática com indicação de rastreamento

Não há síndrome clínica, mas o contexto indica rastreamento conforme o fluxo assistencial.

Cenário 3
Equipe de laboratório analisa resultado e amostra associados à investigação de falha terapêutica.
Persistência após tratamento exige reavaliação: adesão, reinfecção, diagnóstico alternativo, coleta e resistência podem modificar a rota.

Persistência após tratamento

Os sintomas persistem depois da conduta inicial e surge suspeita de falha ou resistência.

Cenário 4
Profissional de enfermagem e agente comunitário planejam cuidado territorial e estratégias de seguimento.
Quando o retorno é incerto, oportunidade clínica e continuidade possível precisam ser planejadas desde o primeiro contato.

Alto risco de perda de seguimento

A pessoa enfrenta barreiras relevantes para retornar ao serviço após esta consulta.

Simulação concluída

Gravidade, infecção silenciosa, falha terapêutica e risco de perda de seguimento mudam a prioridade. A decisão deve permanecer protocolada, documentada e reavaliável.

Atenção para validação: validar se os dois rótulos de escolha representam adequadamente as rotas pretendidas no storyboard antes da versão final.